Capítulo 1【Mana, estou grávida. O pai da criança é o seu marido.】【Você já está casada com a Família Serpa há três anos e até agora não deu nenhum filho ao seu marido, enquanto eu só precisei de algumas noites com ele para engravidar.】【Norah Araújo, você realmente não serve para nada!】Quando Norah viu as mensagens enviadas por Clarice Araújo, o teste de gravidez à sua frente mostrava claramente duas linhas.Norah acariciou suavemente o próprio ventre, com um sorriso sutil nos lábios, mas o olhar era frio como gelo.Três anos antes, ela se casara com Carlos Serpa.Na Capital, todos diziam que Carlos era um marido devotado, incapaz de permitir que sua esposa derramasse uma única lágrima.Diziam que Norah só encontrara um homem tão bom graças às bênçãos de seus antepassados.Mas ninguém sabia a verdade.Quando Carlos ainda era o filho ilegítimo desprezado pela Família Serpa, Norah não suportara vê-lo sofrer tanto desprezo, vivendo um verdadeiro inferno.Ela, então, decidira segurar a mão daquele jovem marcado pela sombra, conduzindo-o para fora da escuridão.Acompanhara Carlos nos dias frios e calculistas da Família Serpa, onde laços de sangue pouco valiam diante dos interesses, ajudando-o a conquistar uma chance de sobrevivência e, por fim, a se tornar o chefe da Família Serpa, um dos homens mais influentes da Capital.Quando tudo terminou, Norah aceitou o pedido de casamento de Carlos.Ele, por sua vez, organizou um casamento grandioso para ela e, após a cerimônia, tratou Norah como a Sra. Serpa mais invejada de toda a cidade.Norah acreditava que, dali em diante, poderia viver uma vida tranquila e feliz.Mas quando, afinal, Carlos começou a mudar?Parecia ter sido há três meses.Naquela noite, escura como breu, Norah foi ao clube privado que Carlos costumava frequentar, planejando surpreender o marido.Assim que chegou à porta, ouviu os amigos de infância de Carlos fazendo piadas debochadas."E aí, cara, vai mesmo ficar a vida toda com a sua esposa? Nunca pensou em experimentar outras opções por aí?""Homem que é homem sempre dá uma escapadinha, ainda mais quando já conquistou tudo. Não manter umas passarinhas por fora é até vergonhoso!""……"Assim que as palavras foram ditas, o sorriso de Carlos desapareceu um pouco.Reclinando-se preguiçosamente no sofá, ele lançou um olhar frio para os presentes."Vocês estão falando mal da minha esposa? Querem confusão?"O ambiente esfriou de imediato.Na Capital, todos sabiam que Norah era o ponto fraco de Carlos.Os que riam e brincavam até então ficaram lívidos, quase prontos para ajoelhar e se esbofetear.Mas, de repente, Carlos mudou o tom."Mas... qual será o gosto do proibido? Talvez valha a pena experimentar.""Ficar só com uma pessoa cansa, vocês sabem. A Norah é muito conservadora, nunca sai da rotina, não sabe provocar... Qualquer um se entediaria.""E, convenhamos, agora que sou dono do Grupo Serpa, ter só ela ao meu lado chega a ser motivo de piada."O clima no salão voltou a esquentar.Os amigos de Carlos o cercaram, exaltando as vantagens das aventuras e incentivando-o a não se prender a uma só mulher.Carlos parecia gostar da ideia.Ainda assim, completou: "Só não deixem a Norah saber disso, ou não responderei pelas consequências."Ele só queria experimentar algo novo, satisfazer um desejo.Não significava que não amava Norah.Norah sempre seria a mulher mais importante de sua vida, sua única paixão verdadeira.Ele amava Norah tanto assim.Portanto, ela deveria compreender.— Ele era homem, afinal, não um monge."……"Na porta, Norah, que vira e ouvira tudo, não chorou nem fez escândalo. Caminhou sozinha sob o vento frio e, ao chegar em casa, teve uma febre alta.Carlos ficou desesperado, vigiando Norah ao lado da cama, sem dormir direito por três dias, cuidando da esposa sem sequer trocar de roupa.Quando Norah acordou, não disse nada.Continuou tratando Carlos com afeto, como se nada tivesse acontecido.Carlos, sentindo-se culpado, permaneceu em casa com ela por uma semana, cuidando pessoalmente da esposa.No sétimo dia, Carlos atendeu uma ligação.Na linha, era possível ouvir uma voz feminina, doce e insinuante.Após desligar o telefone, Carlos alegou que havia uma emergência na empresa e, deixando Norah para trás, foi embora.Norah permaneceu calma.Naquele mesmo dia, ela procurou uma amiga:"Daqui a seis meses, me ajude a forjar um acidente de carro. Quero sair da vida do Carlos.""Antes disso, vou tirar tudo dele. É o que ele merece."Após compreender toda a situação, a amiga perguntou:"Você tem certeza? O Carlos só se deixou levar por um momento, e se…""Não existe ‘e se’."Com essa resposta leve, Norah selou pessoalmente o destino dela e de Carlos.Ela foi quem iniciou esse relacionamento.E, por conta da traição de Carlos, seria ela a encerrá-lo de uma vez por todas.Teve começo, teve fim."……"Desde o dia em que Norah decidiu deixar Carlos, já tinham se passado três meses.Durante esses três meses,Norah organizou pessoalmente todas as lembranças que tinha de Carlos.Quase mil fotos, cartas de amor com milhares de palavras e presentes de valor incalculável empilhados juntos.Ela trancou tudo em um cofre, planejando dar a Carlos essa "surpresa" no dia em que fosse embora.Com tudo quase pronto, o coração de Norah ficou ainda mais calmo.Mas, quando começou a ter enjoos frequentes e a menstruação atrasou por três meses,Uma leve inquietação voltou a tomar conta de Norah.Naquele momento,Logo após ver o resultado positivo de dois traços no teste de gravidez, recebeu uma mensagem provocativa da "florzinha do campo" colhida por Carlos…E essa "florzinha do campo" era nada menos que sua própria irmã, Clarice!Ela já havia contado a Carlos mais de uma vez que Clarice fora responsável por inúmeras armações contra ela, sendo a principal causa de seus traumas de infância…De repente, Norah sentiu uma dor aguda no peito, a vista escureceu.Em seguida, seu estômago se revirou.Num ímpeto, ela se levantou e correu até a pia, onde ficou um bom tempo tendo ânsias."Trim-trim—"O celular, que estava ao lado, começou a tocar.Com os olhos avermelhados, Norah viu no visor o nome de "Carlos".O desconforto no estômago só aumentou.Ela não atendeu de imediato; primeiro, abriu a torneira e lavou o rosto sob o som da água corrente. Só depois de recobrar a compostura, ao ver a segunda chamada de Carlos, apertou o botão para atender.No momento em que atendeu,Do outro lado, a voz de Carlos soou claramente nervosa:"Norah, por que não atendeu antes? Está se sentindo mal ou…""Estou bem."Norah fungou, jogando o teste de gravidez no lixo antes de sair do banheiro.Ao perceber o tom carregado no nariz de Norah, Carlos ficou ainda mais aflito.Ele falou suavemente, tentando acalmá-la:"Norah, você chorou? Alguém te deixou triste? Me diga, meu amor, eu resolvo qualquer coisa por você, está bem?"Desde que se tornou o chefe da Família Serpa, Carlos sempre manteve uma imagem serena diante dos outros.Mas, se alguém ousasse aborrecer Norah, ele não mediria esforços para lidar com essas pessoas.Nesses momentos, seu lado mais implacável se revelava.Ao lembrar dos métodos que Carlos usava para lidar com quem a incomodava,Norah esboçou um sorriso discreto e irônico.De repente, ela sentiu curiosidade… Se Carlos descobrisse que quem a estava ferindo eram ele próprio e Clarice, o que faria?Pensando nisso, Norah respondeu calmamente:"Sim, alguém me deixou triste."E esse alguém é você, Carlos.A voz de Carlos demonstrou claramente irritação:"Quem se atreveu?"O sorriso de Norah se tornou ainda mais sarcástico, com lágrimas brilhando nos olhos.Quando ia responder,O celular vibrou, e uma nova mensagem apareceu na tela—[Irmã, contei ao meu cunhado sobre a gravidez. Adivinha? Hoje ele vai escolher passar o aniversário de casamento com você ou comigo… e com o futuro herdeiro da Família Serpa?]As lágrimas nos olhos de Norah aumentaram ainda mais."Carlos, a pessoa que me magoou… foi você."Grupo Serpa.Carlos deixou transparecer um leve sinal de impaciência no olhar, mas logo o reprimiu."Querida, a empresa tem exigido muito de mim ultimamente. Foi culpa minha não ter conseguido passar mais tempo com você. Hoje vou voltar mais cedo pra casa, não fique chateada, tudo bem?"Sua voz carregava um tom de súplica e um pouco de hesitação.Do outro lado da linha, o silêncio se prolongou, e Carlos sentiu um aperto repentino no peito.Ele franziu a testa, prestes a falar novamente.A voz de Norah, levemente cansada, soou mais uma vez: "Que horas você vai chegar?"Carlos soltou um suspiro de alívio, profundamente.Ele ergueu o olhar para o relógio na parede e hesitou por um instante."Às seis horas.""Está bem."Norah respondeu de forma direta, sem acrescentar nada, e desligou o telefone imediatamente.Ao escutar o sinal de linha ocupada, Carlos relaxou, mas não pôde deixar de sorrir, resignado.Sua Norah continuava tão apegada como sempre.Carlos se preparou para terminar logo o que tinha em mãos.Clarice ultimamente vinha inventando novidades, e ele, fascinado, acabou negligenciando Norah e a deixou magoada, o que não deveria ter acontecido.As aventuras passageiras até poderiam aliviar seus desejos e aliviar o estresse.Mas o amor verdadeiro em seu coração sempre foi reservado para Norah, aquela flor delicada que ele cultivou com tanto carinho.Enquanto refletia, o telefone tocou novamente.Ao ver o nome "Clarice" no visor, Carlos franziu ainda mais a testa.Atendeu a ligação, adotando um tom formal e frio: "O que foi?"Do outro lado, a voz sedutora de Clarice soou: "Carlos, estou com saudades… Comprei uma camisola nova de renda…"Ao ouvir aquilo, Carlos sentiu a garganta secar e a respiração se intensificou.Mas, lembrando que havia prometido a Norah que voltaria para casa naquela noite, conteve o desejo que ameaçava escapar."Hoje vou voltar para a Vila Serpa." Carlos recusou sem hesitação.Clarice não se mostrou decepcionada, logo mudando o tom: "Cunhado vai ficar com a mana de novo? Não pode me dar um pouco mais de atenção? O meu amor por você não é menor que o dela!"Ao ouvir a palavra "cunhado", o semblante de Carlos se fechou e sua voz tornou-se mais severa: "Clarice, preste atenção no seu lugar!""Já disse, estou com você apenas para satisfazer desejos. Vou te dar dinheiro, mas não espere conquistar meu amor.""Meu coração pertence só à Norah!"O olhar de Carlos esfriou. "Mais alguma coisa? Se não, vou desligar."Ele havia mimado demais Clarice.Mimou tanto que ela perdeu qualquer noção!Era hora de esfriar a situação, fazê-la perceber seu papel e cumprir com suas obrigações!Carlos não se preocupou se Clarice ficou magoada e já ia encerrar a ligação.No momento seguinte, Clarice soltou um leve soluço."Carlos, nós somos tão compatíveis na cama, a ponto de você me querer sete vezes numa noite! Dizem que, com o tempo, nasce o sentimento… Você já me amou? Nem que fosse um pouquinho?"Carlos hesitou, não desligando o telefone imediatamente.Depois de um longo silêncio, respondeu, pausadamente:"Eu amo apenas a Norah.""……"Do outro lado, Clarice soltou uma risada irônica, e Carlos, por um instante, sentiu pena dela, prestes a dizer algo para consolá-la.Mas Clarice mudou de assunto: "Carlos, quero te mostrar uma coisa.""Carlos" era um nome reservado só para Norah, que ninguém poderia tomar.O olhar de Carlos se encheu de repulsa; ele já ia repreender Clarice.Mas, ao ver a mensagem que ela enviou, ficou completamente atônito.Demorou alguns instantes para reagir."Você…"Quando Carlos finalmente falou, sua voz saiu trêmula involuntariamente."Clarice, você está grávida?""……"Vila Serpa.Nos anos anteriores, em cada aniversário de casamento, Norah e Carlos davam folga aos empregados da Vila Serpa e ainda ofereciam um bônus a eles.Capítulo 2【Mana, estou grávida. O pai da criança é o seu marido.】【Você já está casada com a Família Serpa há três anos e até agora não deu nenhum filho ao seu marido, enquanto eu só precisei de algumas noites com ele para engravidar.】【Norah Araújo, você realmente não serve para nada!】Quando Norah viu as mensagens enviadas por Clarice Araújo, o teste de gravidez à sua frente mostrava claramente duas linhas.Norah acariciou suavemente o próprio ventre, com um sorriso sutil nos lábios, mas o olhar era frio como gelo.Três anos antes, ela se casara com Carlos Serpa.Na Capital, todos diziam que Carlos era um marido devotado, incapaz de permitir que sua esposa derramasse uma única lágrima.Diziam que Norah só encontrara um homem tão bom graças às bênçãos de seus antepassados.Mas ninguém sabia a verdade.Quando Carlos ainda era o filho ilegítimo desprezado pela Família Serpa, Norah não suportara vê-lo sofrer tanto desprezo, vivendo um verdadeiro inferno.Ela, então, decidira segurar a mão daquele jovem marcado pela sombra, conduzindo-o para fora da escuridão.Acompanhara Carlos nos dias frios e calculistas da Família Serpa, onde laços de sangue pouco valiam diante dos interesses, ajudando-o a conquistar uma chance de sobrevivência e, por fim, a se tornar o chefe da Família Serpa, um dos homens mais influentes da Capital.Quando tudo terminou, Norah aceitou o pedido de casamento de Carlos.Ele, por sua vez, organizou um casamento grandioso para ela e, após a cerimônia, tratou Norah como a Sra. Serpa mais invejada de toda a cidade.Norah acreditava que, dali em diante, poderia viver uma vida tranquila e feliz.Mas quando, afinal, Carlos começou a mudar?Parecia ter sido há três meses.Naquela noite, escura como breu, Norah foi ao clube privado que Carlos costumava frequentar, planejando surpreender o marido.Assim que chegou à porta, ouviu os amigos de infância de Carlos fazendo piadas debochadas."E aí, cara, vai mesmo ficar a vida toda com a sua esposa? Nunca pensou em experimentar outras opções por aí?""Homem que é homem sempre dá uma escapadinha, ainda mais quando já conquistou tudo. Não manter umas passarinhas por fora é até vergonhoso!""……"Assim que as palavras foram ditas, o sorriso de Carlos desapareceu um pouco.Reclinando-se preguiçosamente no sofá, ele lançou um olhar frio para os presentes."Vocês estão falando mal da minha esposa? Querem confusão?"O ambiente esfriou de imediato.Na Capital, todos sabiam que Norah era o ponto fraco de Carlos.Os que riam e brincavam até então ficaram lívidos, quase prontos para ajoelhar e se esbofetear.Mas, de repente, Carlos mudou o tom."Mas... qual será o gosto do proibido? Talvez valha a pena experimentar.""Ficar só com uma pessoa cansa, vocês sabem. A Norah é muito conservadora, nunca sai da rotina, não sabe provocar... Qualquer um se entediaria.""E, convenhamos, agora que sou dono do Grupo Serpa, ter só ela ao meu lado chega a ser motivo de piada."O clima no salão voltou a esquentar.Os amigos de Carlos o cercaram, exaltando as vantagens das aventuras e incentivando-o a não se prender a uma só mulher.Carlos parecia gostar da ideia.Ainda assim, completou: "Só não deixem a Norah saber disso, ou não responderei pelas consequências."Ele só queria experimentar algo novo, satisfazer um desejo.Não significava que não amava Norah.Norah sempre seria a mulher mais importante de sua vida, sua única paixão verdadeira.Ele amava Norah tanto assim.Portanto, ela deveria compreender.— Ele era homem, afinal, não um monge."……"Na porta, Norah, que vira e ouvira tudo, não chorou nem fez escândalo. Caminhou sozinha sob o vento frio e, ao chegar em casa, teve uma febre alta.Carlos ficou desesperado, vigiando Norah ao lado da cama, sem dormir direito por três dias, cuidando da esposa sem sequer trocar de roupa.Quando Norah acordou, não disse nada.Continuou tratando Carlos com afeto, como se nada tivesse acontecido.Carlos, sentindo-se culpado, permaneceu em casa com ela por uma semana, cuidando pessoalmente da esposa.No sétimo dia, Carlos atendeu uma ligação.Na linha, era possível ouvir uma voz feminina, doce e insinuante.Após desligar o telefone, Carlos alegou que havia uma emergência na empresa e, deixando Norah para trás, foi embora.Norah permaneceu calma.Naquele mesmo dia, ela procurou uma amiga:"Daqui a seis meses, me ajude a forjar um acidente de carro. Quero sair da vida do Carlos.""Antes disso, vou tirar tudo dele. É o que ele merece."Após compreender toda a situação, a amiga perguntou:"Você tem certeza? O Carlos só se deixou levar por um momento, e se…""Não existe ‘e se’."Com essa resposta leve, Norah selou pessoalmente o destino dela e de Carlos.Ela foi quem iniciou esse relacionamento.E, por conta da traição de Carlos, seria ela a encerrá-lo de uma vez por todas.Teve começo, teve fim."……"Desde o dia em que Norah decidiu deixar Carlos, já tinham se passado três meses.Durante esses três meses,Norah organizou pessoalmente todas as lembranças que tinha de Carlos.Quase mil fotos, cartas de amor com milhares de palavras e presentes de valor incalculável empilhados juntos.Ela trancou tudo em um cofre, planejando dar a Carlos essa "surpresa" no dia em que fosse embora.Com tudo quase pronto, o coração de Norah ficou ainda mais calmo.Mas, quando começou a ter enjoos frequentes e a menstruação atrasou por três meses,Uma leve inquietação voltou a tomar conta de Norah.Naquele momento,Logo após ver o resultado positivo de dois traços no teste de gravidez, recebeu uma mensagem provocativa da "florzinha do campo" colhida por Carlos…E essa "florzinha do campo" era nada menos que sua própria irmã, Clarice!Ela já havia contado a Carlos mais de uma vez que Clarice fora responsável por inúmeras armações contra ela, sendo a principal causa de seus traumas de infância…De repente, Norah sentiu uma dor aguda no peito, a vista escureceu.Em seguida, seu estômago se revirou.Num ímpeto, ela se levantou e correu até a pia, onde ficou um bom tempo tendo ânsias."Trim-trim—"O celular, que estava ao lado, começou a tocar.Com os olhos avermelhados, Norah viu no visor o nome de "Carlos".O desconforto no estômago só aumentou.Ela não atendeu de imediato; primeiro, abriu a torneira e lavou o rosto sob o som da água corrente. Só depois de recobrar a compostura, ao ver a segunda chamada de Carlos, apertou o botão para atender.No momento em que atendeu,Do outro lado, a voz de Carlos soou claramente nervosa:"Norah, por que não atendeu antes? Está se sentindo mal ou…""Estou bem."Norah fungou, jogando o teste de gravidez no lixo antes de sair do banheiro.Ao perceber o tom carregado no nariz de Norah, Carlos ficou ainda mais aflito.Ele falou suavemente, tentando acalmá-la:"Norah, você chorou? Alguém te deixou triste? Me diga, meu amor, eu resolvo qualquer coisa por você, está bem?"Desde que se tornou o chefe da Família Serpa, Carlos sempre manteve uma imagem serena diante dos outros.Mas, se alguém ousasse aborrecer Norah, ele não mediria esforços para lidar com essas pessoas.Nesses momentos, seu lado mais implacável se revelava.Ao lembrar dos métodos que Carlos usava para lidar com quem a incomodava,Norah esboçou um sorriso discreto e irônico.De repente, ela sentiu curiosidade… Se Carlos descobrisse que quem a estava ferindo eram ele próprio e Clarice, o que faria?Pensando nisso, Norah respondeu calmamente:"Sim, alguém me deixou triste."E esse alguém é você, Carlos.A voz de Carlos demonstrou claramente irritação:"Quem se atreveu?"O sorriso de Norah se tornou ainda mais sarcástico, com lágrimas brilhando nos olhos.Quando ia responder,O celular vibrou, e uma nova mensagem apareceu na tela—[Irmã, contei ao meu cunhado sobre a gravidez. Adivinha? Hoje ele vai escolher passar o aniversário de casamento com você ou comigo… e com o futuro herdeiro da Família Serpa?]As lágrimas nos olhos de Norah aumentaram ainda mais."Carlos, a pessoa que me magoou… foi você."Grupo Serpa.Carlos deixou transparecer um leve sinal de impaciência no olhar, mas logo o reprimiu."Querida, a empresa tem exigido muito de mim ultimamente. Foi culpa minha não ter conseguido passar mais tempo com você. Hoje vou voltar mais cedo pra casa, não fique chateada, tudo bem?"Sua voz carregava um tom de súplica e um pouco de hesitação.Do outro lado da linha, o silêncio se prolongou, e Carlos sentiu um aperto repentino no peito.Ele franziu a testa, prestes a falar novamente.A voz de Norah, levemente cansada, soou mais uma vez: "Que horas você vai chegar?"Carlos soltou um suspiro de alívio, profundamente.Ele ergueu o olhar para o relógio na parede e hesitou por um instante."Às seis horas.""Está bem."Norah respondeu de forma direta, sem acrescentar nada, e desligou o telefone imediatamente.Ao escutar o sinal de linha ocupada, Carlos relaxou, mas não pôde deixar de sorrir, resignado.Sua Norah continuava tão apegada como sempre.Carlos se preparou para terminar logo o que tinha em mãos.Clarice ultimamente vinha inventando novidades, e ele, fascinado, acabou negligenciando Norah e a deixou magoada, o que não deveria ter acontecido.As aventuras passageiras até poderiam aliviar seus desejos e aliviar o estresse.Mas o amor verdadeiro em seu coração sempre foi reservado para Norah, aquela flor delicada que ele cultivou com tanto carinho.Enquanto refletia, o telefone tocou novamente.Ao ver o nome "Clarice" no visor, Carlos franziu ainda mais a testa.Atendeu a ligação, adotando um tom formal e frio: "O que foi?"Do outro lado, a voz sedutora de Clarice soou: "Carlos, estou com saudades… Comprei uma camisola nova de renda…"Ao ouvir aquilo, Carlos sentiu a garganta secar e a respiração se intensificou.Mas, lembrando que havia prometido a Norah que voltaria para casa naquela noite, conteve o desejo que ameaçava escapar."Hoje vou voltar para a Vila Serpa." Carlos recusou sem hesitação.Clarice não se mostrou decepcionada, logo mudando o tom: "Cunhado vai ficar com a mana de novo? Não pode me dar um pouco mais de atenção? O meu amor por você não é menor que o dela!"Ao ouvir a palavra "cunhado", o semblante de Carlos se fechou e sua voz tornou-se mais severa: "Clarice, preste atenção no seu lugar!""Já disse, estou com você apenas para satisfazer desejos. Vou te dar dinheiro, mas não espere conquistar meu amor.""Meu coração pertence só à Norah!"O olhar de Carlos esfriou. "Mais alguma coisa? Se não, vou desligar."Ele havia mimado demais Clarice.Mimou tanto que ela perdeu qualquer noção!Era hora de esfriar a situação, fazê-la perceber seu papel e cumprir com suas obrigações!Carlos não se preocupou se Clarice ficou magoada e já ia encerrar a ligação.No momento seguinte, Clarice soltou um leve soluço."Carlos, nós somos tão compatíveis na cama, a ponto de você me querer sete vezes numa noite! Dizem que, com o tempo, nasce o sentimento… Você já me amou? Nem que fosse um pouquinho?"Carlos hesitou, não desligando o telefone imediatamente.Depois de um longo silêncio, respondeu, pausadamente:"Eu amo apenas a Norah.""……"Do outro lado, Clarice soltou uma risada irônica, e Carlos, por um instante, sentiu pena dela, prestes a dizer algo para consolá-la.Mas Clarice mudou de assunto: "Carlos, quero te mostrar uma coisa.""Carlos" era um nome reservado só para Norah, que ninguém poderia tomar.O olhar de Carlos se encheu de repulsa; ele já ia repreender Clarice.Mas, ao ver a mensagem que ela enviou, ficou completamente atônito.Demorou alguns instantes para reagir."Você…"Quando Carlos finalmente falou, sua voz saiu trêmula involuntariamente."Clarice, você está grávida?""……"Vila Serpa.Nos anos anteriores, em cada aniversário de casamento, Norah e Carlos davam folga aos empregados da Vila Serpa e ainda ofereciam um bônus a eles.Capítulo 3【Mana, estou grávida. O pai da criança é o seu marido.】【Você já está casada com a Família Serpa há três anos e até agora não deu nenhum filho ao seu marido, enquanto eu só precisei de algumas noites com ele para engravidar.】【Norah Araújo, você realmente não serve para nada!】Quando Norah viu as mensagens enviadas por Clarice Araújo, o teste de gravidez à sua frente mostrava claramente duas linhas.Norah acariciou suavemente o próprio ventre, com um sorriso sutil nos lábios, mas o olhar era frio como gelo.Três anos antes, ela se casara com Carlos Serpa.Na Capital, todos diziam que Carlos era um marido devotado, incapaz de permitir que sua esposa derramasse uma única lágrima.Diziam que Norah só encontrara um homem tão bom graças às bênçãos de seus antepassados.Mas ninguém sabia a verdade.Quando Carlos ainda era o filho ilegítimo desprezado pela Família Serpa, Norah não suportara vê-lo sofrer tanto desprezo, vivendo um verdadeiro inferno.Ela, então, decidira segurar a mão daquele jovem marcado pela sombra, conduzindo-o para fora da escuridão.Acompanhara Carlos nos dias frios e calculistas da Família Serpa, onde laços de sangue pouco valiam diante dos interesses, ajudando-o a conquistar uma chance de sobrevivência e, por fim, a se tornar o chefe da Família Serpa, um dos homens mais influentes da Capital.Quando tudo terminou, Norah aceitou o pedido de casamento de Carlos.Ele, por sua vez, organizou um casamento grandioso para ela e, após a cerimônia, tratou Norah como a Sra. Serpa mais invejada de toda a cidade.Norah acreditava que, dali em diante, poderia viver uma vida tranquila e feliz.Mas quando, afinal, Carlos começou a mudar?Parecia ter sido há três meses.Naquela noite, escura como breu, Norah foi ao clube privado que Carlos costumava frequentar, planejando surpreender o marido.Assim que chegou à porta, ouviu os amigos de infância de Carlos fazendo piadas debochadas."E aí, cara, vai mesmo ficar a vida toda com a sua esposa? Nunca pensou em experimentar outras opções por aí?""Homem que é homem sempre dá uma escapadinha, ainda mais quando já conquistou tudo. Não manter umas passarinhas por fora é até vergonhoso!""……"Assim que as palavras foram ditas, o sorriso de Carlos desapareceu um pouco.Reclinando-se preguiçosamente no sofá, ele lançou um olhar frio para os presentes."Vocês estão falando mal da minha esposa? Querem confusão?"O ambiente esfriou de imediato.Na Capital, todos sabiam que Norah era o ponto fraco de Carlos.Os que riam e brincavam até então ficaram lívidos, quase prontos para ajoelhar e se esbofetear.Mas, de repente, Carlos mudou o tom."Mas... qual será o gosto do proibido? Talvez valha a pena experimentar.""Ficar só com uma pessoa cansa, vocês sabem. A Norah é muito conservadora, nunca sai da rotina, não sabe provocar... Qualquer um se entediaria.""E, convenhamos, agora que sou dono do Grupo Serpa, ter só ela ao meu lado chega a ser motivo de piada."O clima no salão voltou a esquentar.Os amigos de Carlos o cercaram, exaltando as vantagens das aventuras e incentivando-o a não se prender a uma só mulher.Carlos parecia gostar da ideia.Ainda assim, completou: "Só não deixem a Norah saber disso, ou não responderei pelas consequências."Ele só queria experimentar algo novo, satisfazer um desejo.Não significava que não amava Norah.Norah sempre seria a mulher mais importante de sua vida, sua única paixão verdadeira.Ele amava Norah tanto assim.Portanto, ela deveria compreender.— Ele era homem, afinal, não um monge."……"Na porta, Norah, que vira e ouvira tudo, não chorou nem fez escândalo. Caminhou sozinha sob o vento frio e, ao chegar em casa, teve uma febre alta.Carlos ficou desesperado, vigiando Norah ao lado da cama, sem dormir direito por três dias, cuidando da esposa sem sequer trocar de roupa.Quando Norah acordou, não disse nada.Continuou tratando Carlos com afeto, como se nada tivesse acontecido.Carlos, sentindo-se culpado, permaneceu em casa com ela por uma semana, cuidando pessoalmente da esposa.No sétimo dia, Carlos atendeu uma ligação.Na linha, era possível ouvir uma voz feminina, doce e insinuante.Após desligar o telefone, Carlos alegou que havia uma emergência na empresa e, deixando Norah para trás, foi embora.Norah permaneceu calma.Naquele mesmo dia, ela procurou uma amiga:"Daqui a seis meses, me ajude a forjar um acidente de carro. Quero sair da vida do Carlos.""Antes disso, vou tirar tudo dele. É o que ele merece."Após compreender toda a situação, a amiga perguntou:"Você tem certeza? O Carlos só se deixou levar por um momento, e se…""Não existe ‘e se’."Com essa resposta leve, Norah selou pessoalmente o destino dela e de Carlos.Ela foi quem iniciou esse relacionamento.E, por conta da traição de Carlos, seria ela a encerrá-lo de uma vez por todas.Teve começo, teve fim."……"Desde o dia em que Norah decidiu deixar Carlos, já tinham se passado três meses.Durante esses três meses,Norah organizou pessoalmente todas as lembranças que tinha de Carlos.Quase mil fotos, cartas de amor com milhares de palavras e presentes de valor incalculável empilhados juntos.Ela trancou tudo em um cofre, planejando dar a Carlos essa "surpresa" no dia em que fosse embora.Com tudo quase pronto, o coração de Norah ficou ainda mais calmo.Mas, quando começou a ter enjoos frequentes e a menstruação atrasou por três meses,Uma leve inquietação voltou a tomar conta de Norah.Naquele momento,Logo após ver o resultado positivo de dois traços no teste de gravidez, recebeu uma mensagem provocativa da "florzinha do campo" colhida por Carlos…E essa "florzinha do campo" era nada menos que sua própria irmã, Clarice!Ela já havia contado a Carlos mais de uma vez que Clarice fora responsável por inúmeras armações contra ela, sendo a principal causa de seus traumas de infância…De repente, Norah sentiu uma dor aguda no peito, a vista escureceu.Em seguida, seu estômago se revirou.Num ímpeto, ela se levantou e correu até a pia, onde ficou um bom tempo tendo ânsias."Trim-trim—"O celular, que estava ao lado, começou a tocar.Com os olhos avermelhados, Norah viu no visor o nome de "Carlos".O desconforto no estômago só aumentou.Ela não atendeu de imediato; primeiro, abriu a torneira e lavou o rosto sob o som da água corrente. Só depois de recobrar a compostura, ao ver a segunda chamada de Carlos, apertou o botão para atender.No momento em que atendeu,Do outro lado, a voz de Carlos soou claramente nervosa:"Norah, por que não atendeu antes? Está se sentindo mal ou…""Estou bem."Norah fungou, jogando o teste de gravidez no lixo antes de sair do banheiro.Ao perceber o tom carregado no nariz de Norah, Carlos ficou ainda mais aflito.Ele falou suavemente, tentando acalmá-la:"Norah, você chorou? Alguém te deixou triste? Me diga, meu amor, eu resolvo qualquer coisa por você, está bem?"Desde que se tornou o chefe da Família Serpa, Carlos sempre manteve uma imagem serena diante dos outros.Mas, se alguém ousasse aborrecer Norah, ele não mediria esforços para lidar com essas pessoas.Nesses momentos, seu lado mais implacável se revelava.Ao lembrar dos métodos que Carlos usava para lidar com quem a incomodava,Norah esboçou um sorriso discreto e irônico.De repente, ela sentiu curiosidade… Se Carlos descobrisse que quem a estava ferindo eram ele próprio e Clarice, o que faria?Pensando nisso, Norah respondeu calmamente:"Sim, alguém me deixou triste."E esse alguém é você, Carlos.A voz de Carlos demonstrou claramente irritação:"Quem se atreveu?"O sorriso de Norah se tornou ainda mais sarcástico, com lágrimas brilhando nos olhos.Quando ia responder,O celular vibrou, e uma nova mensagem apareceu na tela—[Irmã, contei ao meu cunhado sobre a gravidez. Adivinha? Hoje ele vai escolher passar o aniversário de casamento com você ou comigo… e com o futuro herdeiro da Família Serpa?]As lágrimas nos olhos de Norah aumentaram ainda mais."Carlos, a pessoa que me magoou… foi você."Grupo Serpa.Carlos deixou transparecer um leve sinal de impaciência no olhar, mas logo o reprimiu."Querida, a empresa tem exigido muito de mim ultimamente. Foi culpa minha não ter conseguido passar mais tempo com você. Hoje vou voltar mais cedo pra casa, não fique chateada, tudo bem?"Sua voz carregava um tom de súplica e um pouco de hesitação.Do outro lado da linha, o silêncio se prolongou, e Carlos sentiu um aperto repentino no peito.Ele franziu a testa, prestes a falar novamente.A voz de Norah, levemente cansada, soou mais uma vez: "Que horas você vai chegar?"Carlos soltou um suspiro de alívio, profundamente.Ele ergueu o olhar para o relógio na parede e hesitou por um instante."Às seis horas.""Está bem."Norah respondeu de forma direta, sem acrescentar nada, e desligou o telefone imediatamente.Ao escutar o sinal de linha ocupada, Carlos relaxou, mas não pôde deixar de sorrir, resignado.Sua Norah continuava tão apegada como sempre.Carlos se preparou para terminar logo o que tinha em mãos.Clarice ultimamente vinha inventando novidades, e ele, fascinado, acabou negligenciando Norah e a deixou magoada, o que não deveria ter acontecido.As aventuras passageiras até poderiam aliviar seus desejos e aliviar o estresse.Mas o amor verdadeiro em seu coração sempre foi reservado para Norah, aquela flor delicada que ele cultivou com tanto carinho.Enquanto refletia, o telefone tocou novamente.Ao ver o nome "Clarice" no visor, Carlos franziu ainda mais a testa.Atendeu a ligação, adotando um tom formal e frio: "O que foi?"Do outro lado, a voz sedutora de Clarice soou: "Carlos, estou com saudades… Comprei uma camisola nova de renda…"Ao ouvir aquilo, Carlos sentiu a garganta secar e a respiração se intensificou.Mas, lembrando que havia prometido a Norah que voltaria para casa naquela noite, conteve o desejo que ameaçava escapar."Hoje vou voltar para a Vila Serpa." Carlos recusou sem hesitação.Clarice não se mostrou decepcionada, logo mudando o tom: "Cunhado vai ficar com a mana de novo? Não pode me dar um pouco mais de atenção? O meu amor por você não é menor que o dela!"Ao ouvir a palavra "cunhado", o semblante de Carlos se fechou e sua voz tornou-se mais severa: "Clarice, preste atenção no seu lugar!""Já disse, estou com você apenas para satisfazer desejos. Vou te dar dinheiro, mas não espere conquistar meu amor.""Meu coração pertence só à Norah!"O olhar de Carlos esfriou. "Mais alguma coisa? Se não, vou desligar."Ele havia mimado demais Clarice.Mimou tanto que ela perdeu qualquer noção!Era hora de esfriar a situação, fazê-la perceber seu papel e cumprir com suas obrigações!Carlos não se preocupou se Clarice ficou magoada e já ia encerrar a ligação.No momento seguinte, Clarice soltou um leve soluço."Carlos, nós somos tão compatíveis na cama, a ponto de você me querer sete vezes numa noite! Dizem que, com o tempo, nasce o sentimento… Você já me amou? Nem que fosse um pouquinho?"Carlos hesitou, não desligando o telefone imediatamente.Depois de um longo silêncio, respondeu, pausadamente:"Eu amo apenas a Norah.""……"Do outro lado, Clarice soltou uma risada irônica, e Carlos, por um instante, sentiu pena dela, prestes a dizer algo para consolá-la.Mas Clarice mudou de assunto: "Carlos, quero te mostrar uma coisa.""Carlos" era um nome reservado só para Norah, que ninguém poderia tomar.O olhar de Carlos se encheu de repulsa; ele já ia repreender Clarice.Mas, ao ver a mensagem que ela enviou, ficou completamente atônito.Demorou alguns instantes para reagir."Você…"Quando Carlos finalmente falou, sua voz saiu trêmula involuntariamente."Clarice, você está grávida?""……"Vila Serpa.Nos anos anteriores, em cada aniversário de casamento, Norah e Carlos davam folga aos empregados da Vila Serpa e ainda ofereciam um bônus a eles.